A Rede Américas completa um ano de operação consolidando um modelo de atenção que privilegia tratamentos personalizados, com foco no paciente. A proposta é conectar estruturas, protocolos e equipes para tornar a jornada de cuidado mais fluida e menos fragmentada.
A rede reúne 26 hospitais, 38 unidades oncológicas e centros ambulatoriais sob uma estrutura integrada, sem operar de forma verticalizada. O objetivo é reduzir interrupções e ampliar a eficiência, mantendo atuação independente frente a diferentes fontes pagadoras.
Ao lado da expansão, a rede destaca resultados clínicos e inovação. A primeira telecirurgia robótica na América Latina ocorreu com o Hospital Nove de Julho, em São Paulo, envolvendo membros da Rede Américas.
Rede Américas: conectando etapas do cuidado
Com mais de 3.800 leitos e 34 mil médicos em 7 estados e no Distrito Federal, a rede aponta para maior coordenação entre diagnóstico, tratamento e acompanhamento. A integração visa uniformizar critérios clínicos e melhorar desfechos.
Rogério Reis, vice-presidente de Hospitais, ressalta que a atuação integrada fortalece a segurança e a eficiência. O modelo facilita decisões clínicas rápidas e suporte constante ao paciente ao longo de toda a trajetória.
O formato não verticalizado permite atuação com várias operadoras, ampliando parcerias e promovendo independência na gestão. Segundo o executivo, a rede está preparada para casos complexos em diferentes regiões.
Oncologia Américas: estudo, pesquisa e tratamento
A Oncologia Américas, com 38 unidades atendendo mais de 50 mil pacientes por mês, integra genética, imunoterapia e terapias inovadoras. Recentemente, a incorporação de Antonio Buzaid reforçou o time médico-geral da área.
Gustavo Fernandes, vice-presidente de Oncologia, aponta que a estratégia envolve terapias personalizadas, diagnóstico de ponta e integração entre ambulatórios e hospitais. O objetivo é acelerar tratamentos com segurança e qualidade.
Entre exemplos de percurso assistencial, a rede cita a história de Gabriela Pasqual, diagnosticada na gestação com doença renal grave. A criança passou por transplante renal e hepático, realizado no Hospital Samaritano Higienópolis, e hoje leva vida ativa.
A experiência humana no centro do cuidado é enfatizada pela liderança da rede, que afirma buscar uma jornada mais simples, segura e acolhedora para cada paciente, com inovação aliada à qualidade assistencial.
Entre na conversa da comunidade