O glioma é um grupo de tumores originários de células gliais do cérebro e da medula espinhal. O diagnóstico depende de sintomas persistentes e de exames de imagem, como tomografia ou ressonância.
Os gliomas variam em gravidade, de grau I a IV. Os de baixo grau crescem lentamente, já os de alto grau apresentam progressão rápida e invasão de tecidos vizinhos.
Entre os tipos mais comuns estão o astrocitoma, o oligodendroglioma e o glioblastoma. Este último é o glioma de grau IV, conhecido pela alta agressividade e risco de recorrência.
Sintomas variam conforme a região afetada, incluindo dores de cabeça, crises convulsivas, alterações de fala e fraqueza. O diagnóstico costuma ocorrer após sinais neurológicos persistentes.
O tratamento costuma combinar cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Em centros especializados, terapias-alvo e imunoterapia são consideradas, conforme o caso.
Caso que ganhou notoriedade pública, envolvendo o ex-jogador Oscar Schmidt, ajudou a disseminar informações sobre o glioma. O atleta informou sobre cirurgias e tratamentos, ampliando a compreensão sobre a doença.
Além do tratamento oncológico, a abordagem multidisciplinar é fundamental. Profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia acompanham pacientes e familiares durante o processo.
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