Em meio à busca por fontes renováveis com menor impacto socioambiental e climático, o governo brasileiro avalia a adoção da tecnologia de armazenamento hidráulico. Hidrelétricas reversíveis armazenam energia ao bombear água de um reservatório inferior para o superior, liberando-a quando a demanda aumenta.
Essas usinas já existiram no Brasil e são adotadas em diversos países como alternativa de geração limpa. A expectativa é que o sistema complemente a matriz, garantindo maior segurança energética diante de variações de oferta e demanda.
O plano envolve a implementação por meio de edital de leilões que vão estabelecer as condições operacionais do novo sistema no país. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já trabalha em um projeto-piloto para testar a viabilidade técnica e econômica.
Como funciona
As hidrelétricas reversíveis operam armazenando energia excedente durante períodos de maior oferta. Ao contrário das usinas convencionais, o fluxo de água entre os reservatórios é controlado para manter equilíbrio entre produção e consumo.
A iniciativa busca reduzir impactos climáticos e promover uso eficiente de recursos hídricos. A implementação depende de testes, aprovação regulatória e investimentos em infraestrutura, de modo a integrar o armazenamento à rede nacional.
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