A Canonical revelou, por meio do vice-presidente de engenharia Jon Seager, como será a aplicação de inteligência artificial no Ubuntu. A empresa pretende manter o foco em open source e evitar integração forçada, permitindo maior controle aos usuários.
Segundo Seager, as ferramentas de IA virão como Snaps, camadas sobre o stack do sistema, com a opção de remoção completa pelos usuários. O conceito é apresentado como equivalente a um “kill switch” dentro do ecossistema.
Os primeiros recursos de IA chegarão em modo de preview, com ativação opcional a partir do Ubuntu 26.10. Na prática, os usuários poderão escolher durante a instalação se desejam ou não usar as novas funcionalidades.
Privacidade e Inferência Local
A Canonical afirma que o Ubuntu priorizará inferência local e modelos executados no dispositivo por padrão. Caso o usuário opte por IA baseada em nuvem, será necessário configurar a opção manualmente.
Isso significa que, na implementação padrão, dados não devem ser enviados a servidores externos. A abordagem busca reduzir riscos de privacidade ao usar IA em dispositivos pessoais.
A notícia reforça o compromisso com o manejo consciente de dados, alinhando IA com diretrizes de privacidade do usuário. Detalhes adicionais sobre prazos e ferramentas devem ser divulgados pela empresa em futuras comunicações.
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