Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mãe busca diagnóstico e descobre síndrome rara com 90% de chance de morte

Mãe de bebê com Síndrome de Marfan conta diagnóstico tardio e risco de complicações cardíacas graves, com cirurgias e acompanhamento contínuo

Miguel foi diagnosticado com Síndrome de Marfan — Foto: Arquivo Pessoal
0:00
Carregando...
0:00

Andreia Regina Liborio Fascina, 39, viveu uma trajetória médica marcada por cirurgias cardíacas do filho Miguel, que aos seis meses recebeu o diagnóstico de uma condição rara: Síndrome de Marfan. O relato é baseado em entrevista à Crescer.

Miguel nasceu em São Paulo, com uma cardiopatia grave. Logo após o parto, recebeu atendimento na UTI e precisou de cirurgia para corrigir a Tetralogia de Fallot, com duração prevista entre seis e oito horas, seguido de um desafiador pós-operatório.

Ao longo de seis anos, a família acompanhou avanços de Miguel até um novo alerta: aneurisma da aorta ascendente. A cirurgia durou cerca de 12 horas e o temor de óbito voltou a surgir, mas o jovem se recuperou.

A confirmação da Síndrome de Marfan ocorreu em 2023, após sinais repetidos de problemas musculoesqueléticos, visão e crescimento anormal. A descoberta permitiu entender as múltiplas intercorrências cardíacas e ortopédicas que Miguel enfrentou.

Profissionais de saúde explicam que a Marfan é genética, envolvendo o gene FBN1, e pode afetar coração, vasos, olhos e ossos. O diagnóstico envolve avaliação clínica, ecocardiograma e, em alguns casos, teste genético.

Entre as complicações, destacam-se dilatação da raiz da aorta, prolapso de válvulas cardíacas e escoliose. O tratamento envolve medicamentos, monitoramento regular, cirurgia quando necessário e aconselhamento genético para a família.

Especialistas ressaltam a importância do diagnóstico precoce para prevenir quadros graves. A família de Miguel reforça a necessidade de acompanhar sinais e buscar especialistas com experiência em Marfan.

Fonte: Crescer, com relato da mãe Andreia Regina Liborio Fascina.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais