Aboard, agência de software com base em Nova Iorque, vê a inteligência artificial como a virada definitiva para o setor. A ideia central é que a programação, antes cara e rara, pode ser realizada por mais profissionais com o auxílio de IA.
Paul Ford, fundador da Aboard, afirma que a programação intuitiva coloca ferramentas de IA para escrever código a serviço de quem não é programador formal. Em entrevista recente, ele descreve a IA como aceleradora de desenvolvimento de software.
Segundo Ford, a mudança ganhou corpo no fim de 2024 com o lançamento do Claude Code, da Anthropic, voltado a desenvolvedores. Ferramentas anteriores agiam como estagiários talentosos, exigindo revisão constante.
O que mudou na prática
O modelo gerado pela Claude Code alcança qualidade de código suficiente para aplicação empresarial escalável, segundo Ford. Ele relata ter retomado projetos antigos e programado de forma contínua em um único fim de semana.
Apesar do otimismo, o fundador não traça cenários definitivos. A pergunta sobre manter equipes inteiras quando um gerente de produto pode programar não tem resposta simples, segundo ele.
Vias futuras e impacto profissional
A visão de Ford é de profissionais que comandam seus sistemas, solicitando relatórios, painéis e recursos sob medida. A IA atuará como ferramenta de encomenda de soluções, não como substituta total da programação.
Para quem busca credenciais na área, certificações em IA ganham relevância no currículo. A EXAME oferece treinamento on-line com quatro aulas, ao preço de cerca de R$ 37, com inscrições abertas.
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