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Mãe beija bebê recém-nascido e, 45 minutos depois, entra em parada cardíaca

Em complicação rara após cesariana, embolia pulmonar quase tirou a vida de Chelsea; mãe e filha seguem estáveis, com recuperação em andamento

Chelsea e seu bebê recém-nascido minutos após o parto. — Foto: Acervo da família/People
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Chelsea Cheveria, de Chicago, passou por uma cesariana eletiva para dar à luz Zairah, com 2,3 kg, no dia 10 de fevereiro. O pós-operatório se tornou uma emergência quando a mãe perdeu a consciência poucos minutos após o nascimento, levando a uma intervenção rápida da equipe médica.

O casal teve apoio imediato da família enquanto a equipe seguia com manobras de reanimação. A obstetra realizou manobra na aorta para conter o sangramento, e Chelsea foi colocada em ventilação mecânica com possível suporte de vida extracorpóreo. O diagnóstico apareceu como embolia pulmonar.

Diagnóstico e intervenção médica

Dois coágulos grandes nos pulmões impediam o fluxo sanguíneo ao coração, uma condição rara em partos. O cardiologista intervencionista Dr. Keith Benzuly, chamado de emergência, realizou uma trombectomia pulmonar e administrou anticoagulantes, aumentando as chances de recuperação.

A equipe informou à família que a situação era crítica, mas que a resposta rápida era crucial para a sobrevivência de Chelsea e a possibilidade de manter a mãe conectada à filha recém-nascida. A trombectomia foi bem-sucedida, e Chelsea recebeu os cuidados adequados na UTI.

Recuperação e continuidade

Na manhã seguinte, Chelsea acordou com a filha nos braços, em unidade de terapia intensiva, com monitoramento constante e suporte de vida. O contato pele a pele foi citado como parte essencial da recuperação, ajudando no manejo da dor e no vínculo.

Dois dias após o nascimento, Annayiah, irmã de quatro anos, visitou o hospital para conhecer a recém-nascida. A irmã mais velha expressou carinho pela irmã e pela bebê.

Desdobramentos futuros

Chelsea recebeu alta com as duas filhas e continua o processo de recuperação, com dores nas costelas ainda presentes. Ela expressou desejo de tentar novamente engravidar, possuindo três embriões criopreservados, dependendo da avaliação médica e da liberação dos profissionais de saúde.

O cardiologista que salvou Chelsea manteve contato com a família, ressaltando a importância da resposta rápida e do tratamento adequado para a preservação da vida da mãe e da filha. A família permanece sob acompanhamento médico.

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