A Anvisa barrou a importação de mais uma caneta emagrecedora de origem paraguaia, na véspera do lançamento comercial. O medicamento Slimex, sétima versão de tirzepatida, teve o registro vetado pela agência brasileira. A decisão impede a entrada do produto no Brasil.
Segundo a Anvisa, a medida visa evitar o aumento da circulação de emagrecedores não registrados no país. O veto ocorreu na semana em que o Slimex começaria a ser vendido em lojas do Paraguai, com impacto direto nas regras de importação. A agência trabalha com informações de fronteiras para sustentar a decisão.
Autoridades lembram que o mercado paralelo de emagrecedores ainda é monitorado de perto. As ações incluem apreensão de produtos, proibição de venda, importação e divulgação. O objetivo é coibir medicamentos sem registro formal no Brasil e evitar uso indevido em larga escala.
Contexto regulatório
A ação da Anvisa se soma a controles sobre substâncias já utilizadas no tratamento de obesidade. O foco está especialmente em produtos com tirzepatida, a mesma molécula presente no Mounjaro, da Eli Lilly, e em outras marcas que vêm circulando irregularmente. A fiscalização envolve órgãos de fronteira e agências reguladoras estrangeiras.
Panorama do mercado
Especialistas ressaltam a atuação do grupo regulatório para frear o ingresso de fármacos não certificados. Em paralelo, a Anvisa avalia novas regras para venda de emagrecedores em redes de manipulação farmacêutica no Brasil, diante de casos de comércio clandestino e de qualidade duvidosa.
Entre na conversa da comunidade