O Radboudumc, em Nijmegen, na Holanda, anunciou que 12 funcionários foram colocados em quarentena preventiva por seis semanas após o manuseio de amostras de pacientes do navio Hondius sem protocolos de segurança atualizados. O hospital afirma que o risco de infecção é baixo e que o atendimento aos pacientes continua.
O Hondius trouxe um paciente infectado com hantavírus para a Holanda em 7 de maio. A direção do hospital disse que investigará o ocorrido para evitar repetição, destacando o objetivo de aprendizado e melhoria de protocolos.
Desembarque de passageiros e desinfecção
O navio partiu da Tenerife, com 25 tripulantes, um médico e uma enfermeira, chegando à Holanda com previsão de desinfecção. Todos os passageiros já desembarcaram, com exames em andamento.
Na região, a OMS informou sete casos confirmados da cepa Andes, mais dois suspeitos. Entre os confirmados, está uma passageira francesa, que segue estável na UTI após leve piora.
Casos e monitoramento internacional
Entre os 14 espanhóis em quarentena em Madri, um testou positivo, mas sem sintomas no momento; novos testes estão em curso. Outros casos incluem uma pessoa morta ainda não testada e outra em Tristão da Cunha, onde não havia testes.
Desembarcaram também, nesta segunda-feira, os últimos passageiros do cruzeiro, com o navio em processo de desinfecção na Holanda. Vinte e dois britânicos repatriados permanecem isolados em hospital próximo a Liverpool.
Continuidade do monitoramento
O capitão do Hondius agradeceu à tripulação pela paciência e disciplina durante o surto. O diretor da OMS Tedros Adhanom esteve presente na operação de retirada de passageiros, destacando o monitoramento global em andamento.
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