A queda da cobertura vacinal acende alerta sobre o risco de aumento de casos graves de meningite. Especialistas destacam que a imunização continua sendo a medida mais eficaz para evitar complicações. A doença envolve inflamação das meninges e pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos.
O infectologista Dr. João Silva ressalta que as vacinas reduziram significativamente os casos graves e as mortes. Com a queda da adesão, aumenta a possibilidade de surgimento de meningite meningocócica, a forma mais grave da doença, exigindo atenção redobrada à imunização.
É fundamental manter o esquema vacinal em dia e buscar orientação médica ao surgirem sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez de nuca, vômitos ou alterações de consciência. A meningite meningocócica pode evoluir rapidamente e provocar sequelas neurológicas ou óbito.
A Secretaria de Saúde reforça a importância de imunizar crianças, adolescentes, adultos e idosos contra meningococos. No calendário nacional, estão disponíveis a meningocócica conjugada ACWY (A, C, W, Y) e a meningocócica B, com eficácia comprovada para reduzir infecções graves e evitar complicações.
A baixa cobertura vacinal preocupa autoridades sanitárias, pois facilita a circulação do meningococo na comunidade. A imunização coletiva protege especialmente grupos vulneráveis, como crianças pequenas, jovens e idosos, reduzindo transmissões e impactos na saúde pública.
A vacinação é segura e eficaz quando realizada conforme o calendário e orientação médica. Manter alta a cobertura vacinal é essencial para evitar o retorno de doenças controláveis e prevenir mortes e sequelas graves.
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