Nalubowa Sumayah, de 34 anos, sobrevivente do Ebola, vive em Mubende, no centro de Uganda. Ela relembra o surto de 2022, descrevendo o momento em que ficou inconsciente por dias e recebeu tratamento médico.
A mãe de quatro filhos conta que só percebeu estar no hospital após duas semanas. Estava sem roupas, enrolada num saco plástico, e relata que o governo forneceu lençóis e roupas.
Uganda confirmou casos e uma morte durante o surto, e as autoridades mantêm o alerta máximo. O público é orientado a tomar precauções, relatar sinais precocemente e evitar contato com suspeitos.
Novo surto reacende memórias dolorosas
Sumayah diz não ficar feliz com as notícias de novos casos de Ebola, destacando que a doença é dolorosa e pode ser mortal. A sobrevivente ressaltou impactos pós‑doença, como estigma e dificuldades financeiras, superados com apoio de pessoas solidárias.
As autoridades reiteram a importância da quarentena e do isolamento para conter surtos. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com fluidos corporais de pacientes infectados.
Fonte: CNN Brasil
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