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Teste aos óculos XR do Android do Google revela limites para Meta e Apple

Android XR glasses impulsionam a integração com Gemini entre dispositivos; demonstrações mostram agendamento automático e geração de imagens, fortalecendo o ecossistema de assistentes.

Kerry Wan/ZDNET
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O Google voltou a mostrar seus óculos XR Android, com display integrado, gestos de toque e capacidades Gemini. A demonstração ocorreu durante o I/O, destacando a integração entre hardware, software e IA. O objetivo é testar como o dispositivo pode funcionar como extensão natural do smartphone.

Em uma segunda rodada de testes, o jornalista repetiu a experiência em dezembro, com ferramentas de câmera mais avançadas, ainda sob controle. As demonstrações buscaram evidenciar a cadência entre aparelhos e aplicativos, com resultados mostrados em tempo real no telefone emparelhado.

Na terceira sessão, foram pedidos comandos de IA ampliados, como extrair jogos da FIFA World Cup da agenda e sincronizar com o calendário. Em segundos, os eventos apareceram no app Calendário. O recurso também gerou imagens com edição de cena de forma automatizada.

Aura e a promessa de interatividade

Outra linha de demonstração envolveu o Project Aura, desenvolvido pela Xreal, descrito como versão mais portátil de headsets como o Galaxy XR. Os apps flutuantes e janelas virtuais aparecem no campo de visão de 70 graus, com gestos de pinça para interagir.

Demonstrações mostraram conteúdos transmitidos de um Steam Deck, com Gemini Live oferecendo orientação em jogos. Apps vibecoded, segundo a Google, em uma semana com Gemini Canvas e Antigravity, incluíram uma molécula falante que explica a espécie de uma planta ao toque.

Impacto e perspectivas

Os testes destacaram a compatibilidade entre dispositivos e apps, com resultados rápidos ao colocar os óculos. A experiência sugere um ecossistema integrado, que pode favorecer o uso ambienta de IA em smartphones, notebooks e wearables. O lançamento oficial deve ocorrer ainda neste ano.

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