O SRAG avança no Brasil, com maior incidência entre crianças pequenas. A situação é acompanhada por autoridades de saúde que monitoram sinais da doença no país.
Todos os estados apresentam níveis de incidência classificados como alerta, risco ou alto risco. A variação aponta para intensidade variável da transmissão em cada região.
A maioria dos casos está associada ao vírus sincicial respiratório (VSR), conforme dados divulgados pela reportagem. A avaliação leva em conta padrões sazonais e o impacto sobre serviços de saúde.
Texto baseado na apuração de Litza Mattos.
Entre na conversa da comunidade