O influenciador e atleta de fisiculturismo Gabriel Ganley, de 22 anos, morreu após ter utilizado insulina em uma prática associada a hipertrofia muscular. A informação aponta que a substância caiu em níveis críticos de glicose no sangue, levando a complicações graves. A notícia ocorre em meio a debates sobre uso de hormônios por praticantes de musculação.
O caso evidencia os riscos da hipoglicemia, condição causada por níveis de glicose abaixo do recomendado. O cérebro depende da glicose para funcionar, e quedas acentuadas podem comprometer órgãos, especialmente o sistema nervoso central. A resposta do organismo pode incluir sinais como tremores, fraqueza e confusão.
Hipoglicemia pode ter diversas causas. Em diabéticos, medicamentos para controlar a glicose costumam ser a causa mais comum, mas ela pode aparecer em pessoas saudáveis após jejuns prolongados, consumo intenso de álcool sem alimentação, ou doenças como hepatopatias e insuficiência renal. Cirurgia bariátrica também está associada a episódios.
Sintomas típicos incluem tremores, tontura, fome, sudorese, irritabilidade e confusão. Em casos graves, há desmaio, convulsões e risco de coma. A primeira resposta costuma ser a ingestão de açúcares simples, como doces ou bebidas açucaradas. Em situações severas, a glicose pode ser administrada por via intravenosa.
Tratamento emergencial e prevenção são essenciais. Em pacientes com histórico de hipoglicemia grave, a administração de glucagon pode ser indicada para uso em emergências. O glucagon estimula o fígado a liberar glicose e pode normalizar o sangue em minutos, conforme orientação médica.
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