O SUS vai adotar um novo exame de rastreamento para detecção do câncer colorretal a partir do segundo semestre. A medida visa identificar a doença antes do surgimento de sintomas, aumentando as chances de cura.
O câncer colorretal é uma das neoplasias mais comuns no Brasil, envolvendo o intestino grosso e o reto. Segundo o INCA, devem ocorrer mais de 53 mil novos diagnósticos por ano até 2028.
Dados e fatores de risco indicam que histórico familiar e alimentação influenciam a incidência. Profissionais de saúde destacam que estilo de vida sedentário, obesidade, consumo frequente de álcool e tabagismo elevam o risco, especialmente entre jovens.
Objetivo e público-alvo
O novo teste, que detecta pequenas quantidades de sangue em amostras de fezes, será referência para homens e mulheres entre 50 e 75 anos sem sintomas. A expectativa do Ministério da Saúde é alcançar 40 milhões de pessoas com a triagem.
O monitoramento do programa ficará a cargo das redes de atenção à saúde, com encaminhamentos para confirmação diagnóstica quando necessário. A iniciativa busca reduzir a mortalidade associada ao câncer colorretal ao ampliar o acesso ao rastreamento.
Fonte consultada para os dados de incidência e diretrizes de implementação é o Ministério da Saúde e o INCA. A reportagem seguirá acompanhando os desdobramentos da adoção e os resultados do programa.
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