O governo de Minas Gerais avança no combate à dengue com o uso de drones para mapear áreas de risco. A tecnologia, desenvolvida pelo programa VigiDrones, identificou 334 mil potenciais criadouros do mosquito em todo o estado, contribuindo para ações de vigilância e eliminação de focos.
Diamantina, cidade mineira, foi destaque ao adotar pela primeira vez o uso de drones no enfrentamento da dengue, marcando referência regional na aplicação da tecnologia para mapeamento e monitoramento de áreas com potencial concentração de criadouros.
A iniciativa permite ampliar o raio de atuação: o território coberto pelos drones no estado é seis vezes maior do que a área mapeada em Belo Horizonte, segundo dados da gestão pública. As informações ajudam equipes de saúde a priorizar intervenções e orientar comunidades.
Tecnologias e impactos operacionais
O VigiDrones funciona como ferramenta de geolocalização e análise de dados para identificação de focos, integrando informações em plataformas de vigilância epidemiológica. Ao todo, o mapeamento estadual já consolidou um conjunto expressivo de potenciais criadouros para ações de erradicação.
Especialistas apontam que o uso de drones aumenta a rapidez de resposta e a precisão na montagem de estratégias de combate. O objetivo é reduzir a infestação de Aedes aegypti por meio de intervenções direcionadas, com foco em áreas de maior risco identificadas pelo sistema.
Entre na conversa da comunidade