O Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna é celebrado nesta quinta-feira (28). A data reforça a importância dos direitos da gestante e da puérpera e de ações voltadas à saúde das mulheres.
A mortalidade materna no Brasil ficou em 56,4 por 100 mil nascidos vivos em 2024, com 1.347 mortes registradas. A meta é alcançar 30 mortes por 100 mil até 2030, segundo o Observatório da Saúde Pública. A Organização Pan-Americana da Saúde aponta que nove em cada dez óbitos são evitáveis.
Segundo o Observatório, o país acompanha esforços para reduzir o índice por meio de ações integradas entre atenção primária, atenção especializada e hospitalar, visando ampliar o acesso a serviços essenciais.
Desafios e caminhos para reduzir mortes
Especialistas indicam que hemorragia, hipertensão, infecção e complicações clínicas costumam levar aos óbitos. Fatores de risco incluem hipertensão, pré-eclâmpsia, anemia, cesarianas anteriores e placenta baixa, que elevam o risco de hemorragia pós-parto.
É fundamental que as gestantes reconheçam sinais de alerta e procurem atendimento rapidamente no pós-parto, para evitar intercorrências mais graves e melhorar o desfecho materno.
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