Durante dois anos e meio, a mãe Kory Paige Loden, de Tennessee, compartilha a experiência para alertar famílias sobre sepse. A filha Mady, então com 18 meses, teve início de gripe em outubro de 2023 que evoluiu rápido para riscos de vida em 24 horas.
Mady recebeu suporte de vida e, mesmo após estabilização, precisou de amputação das duas pernas. A família relata que médicos atuaram com rapidez, o que, segundo a mãe, aumentou as chances de sobrevivência.
A criança foi transferida de helicóptero para um hospital infantil a 90 minutos da residência. No caminho, a família autorizou procedimentos de reanimação caso fosse necessário.
Foi diagnosticado que Mady nasceu sem baço, o que compromete a defesa contra bactérias encapsuladas. A sepse decorreu de pneumonia estreptocócica e desencadeou coagulação intravascular disseminada, agravando o estado renal e comprometendo membros.
Ao longo dos dias, os médicos fizeram várias cirurgias para salvar a vida de Mady. A internação permaneceu quase dois meses, com novas intervenções após a alta, até que uma das pernas foi amputada no início de dezembro e a outra no período seguinte.
Hoje, dois anos e meio depois, Mady vive com mobilidade assistida por prótese. A família reforça que a detecção precoce da sepse é crucial para ampliar as chances de cura.
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