As novas linhas de acessórios para smartphones prometem ampliar funções clássicas como fotografia, áudio e jogos, trazendo modelos mais evoluídos para a mão do usuário. A ideia é manter o telefone fino, mas expandir capacidades com módulos externos.
O movimento remete a 2016, quando a Motorola lançou o Moto Z com acessórios acopláveis. Na prática, esses itens ofereciam câmera aprimorada, bateria extra, alto-falante portátil e até projetor, mas não decolaram de forma duradoura.
Recentemente, fabricantes chinesas aceleram o investimento no setor. A Xiaomi apresentou protótipos de lentes de câmera magnéticas na traseira, e a Vivo divulgou um kit fotográfico profissional para o Jovi X300 Ultra, homologado no Brasil no começo deste mês.
Marcas chinesas assumem o protagonismo
Os acessórios aparecem mais ambiciosos, com opções que se comparam a câmeras tradicionais, além de caixas de som, baterias e controles de videogame. A proposta é combinar ergonomia com desempenho, mantendo o aparelho fino.
Especialistas destacam que a modularidade hoje foca em recursos específicos, não na reconstrução do celular. O objetivo é permitir uso diário comum, com um recurso extra quando necessário, sem comprometer o tamanho.
Além disso, a tendência enfrenta desafios técnicos, como consumo de bateria e demanda de processamento. O preço também pesa: na Europa, o Jovi X300 Ultra chega a 1.999 euros, mais um kit fotográfico de 599 euros. Ainda assim, expandir o smartphone já é possível.
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