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Plano de saúde cobrirá proteção contra VSR em bebês prematuros o ano todo

ANS amplia cobertura de nirsevimabe para bebês prematuros durante o ano todo, aumentando proteção contra VSR independentemente da temporada

Nova regra amplia prevenção do VSR em prematuros. (Foto: Getty Images via Canva)
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O plano de saúde passará a cobrir a proteção contra o VSR em bebês prematuros o ano inteiro. A decisão envolve o medicamento nirsevimabe, que atua na prevenção da infecção pelo VSR em meninos e meninas com maior vulnerabilidade. A mudança é ampla e terá efeito imediato, na prática.

Anteriormente, a proteção era mais comum apenas em meses de maior circulação do vírus, como outono e inverno. Com a nova regra, a cobertura será contínua, independentemente da época do ano.

O que muda para as famílias

A decisão, da AN S, garante que bebês prematuros com menos de um ano recebam o medicamento em qualquer época, desde que haja indicação médica. A proteção constante reduz a dependência de fatores sazonais.

Isso representa avanços no cuidado infantil, com menor risco de exposição ao VSR e mais segurança para recém-nascidos frágeis. A medida pode impactar a rotina de cuidados durante todo o ano.

Sobre o nirsevimabe

O fármaco é um anticorpo que ajuda o organismo do bebê a se defender do VSR antes da infecção ocorrer. Não trata a doença, mas previne quadros mais graves em pacientes vulneráveis, como prematuros.

A indicação envolve bebês com maior risco, incluindo prematuridade, problemas respiratórios, doenças cardíacas, imunidade baixa e síndrome de Down.

Sobre o VSR e a prevenção

O VSR é uma das principais causas de bronquiolite em crianças pequenas, afetando vias aéreas e a respiração. Os sintomas vão de corrimento nasal a dificuldade respiratória, com necessidade ocasional de internação.

Além do nirsevimabe, a vacinação de gestantes também contribui para a proteção. A imunização é recomendada a partir da 28ª semana de gravidez para transmitir anticorpos ao bebê.

Por que a mudança é relevante

A cobertura anual amplia a proteção de bebês prematuros, em períodos menos previsíveis. A medida pode reduzir casos graves, internações e complicações respiratórias nos primeiros meses de vida.

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