Ontem de manhã, a conferência de cibersegurança Secure&IT aconteceu em Madri, com foco em como empresas utilizam IA para se defender dos cibercriminosos. O evento reuniu líderes do setor, especialistas e jornalistas para discutir os desafios atuais.
A Secure&IT mostrou que o que muda não é apenas a tecnologia, e sim a mentalidade da defesa cibernética. A velocidade de ataques, a sofisticação das táticas e o uso de ferramentas baseadas em algoritmos exigem novas formas de proteção, atualização de softwares e antecipação de ameaças.
A visão apresentada aponta para uma mudança de paradigma: não basta incluir IA como camada adicional, é preciso repensar estratégias inteiras de segurança. Os palestrantes destacaram que ataques estão mais personalizados, com automação e técnicas de engano cada vez mais comuns.
Mudança de paradigma na cibersegurança
Dados da apresentação ressaltam que as organizações precisam adaptar processos e governança para acompanhar o ritmo das ameaças. A conversa enfatizou a crescente vulnerabilidade e a necessidade de planos de resposta mais ágeis.
Conforme a CEO da Secure&IT, a percepção é de que a indústria está “quinze ou vinte passos atrás” do cibercrime, uma avaliação que orienta a discussão sobre investimento, talent acquisition e cooperação entre empresas para reduzir lacunas de defesa.
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