Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dor de garganta em crianças: saiba diferenciar vírus de bactéria

A dor de garganta infantil é predominantemente viral; sinais de alerta exigem atendimento imediato para evitar complicações e uso inadequado de antibióticos

Foto: Magnific / Porto Alegre 24 horas
0:00
Carregando...
0:00

O aumento de dores de garganta em crianças no Rio Grande do Sul acompanha o inverno, com ar seco e ambientes fechados favorecendo a circulação de vírus. A congestão, tosse, febre e recusa alimentar costumam aparecer juntos, às vezes acompanhados de sonolência.

O médico Silvio Baptista, 1º vice-presidente da SPRS, explica que a maioria dos casos tem origem viral. Entretanto, infecções bacterianas também podem ocorrer e exigem tratamento diferente, com avaliação cuidadosa do estado geral da criança.

A diferenciação entre vírus e bactéria depende da combinação de sinais. Em crianças pequenas, os vírus são mais comuns e costumam apresentar coriza e obstrução nasal, além de tosse. Bactérias costumam provocar febre alta, dor para engolir e mal-estar, com vermelhidão e amígdalas aumentadas, às vezes sem coriza.

Para confirmar o diagnóstico, médicos costumam coletar material da orofaringe para detectar a presença de Streptococcus pyogenes. O diagnóstico preciso evita uso indevido de antibióticos e orientar o tratamento adequado.

A SPRS alerta para evitar medicações sem prescrição, em especial antibióticos. Em grande parte dos casos, a dor de garganta é viral e requer apenas repouso, hidratação e analgésicos autorizados pelo médico. Medicamentos para febre devem acompanhar o mal-estar.

Medidas de prevenção incluem boa ventilação de casa e escola, agasalhar bem as crianças, estimular a respiração nasal e manter a hidratação. Em dias de ar seco, umidificadores ajudam a proteger as mucosas, e líquidos mornos aliviam a garganta.

Pais devem acionar o pronto atendimento se surgirem dificuldade respiratória, prostração, sonolência excessiva, recusa de líquidos ou febre alta que não cede com o tratamento. Bebês e crianças com doenças crônicas demandam monitoramento mais rigoroso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais