Os EUA confirmaram três novos casos da mosca-da-bicheira, elevando o total de detecções para cinco desde a primeira infestação doméstica, detectada no Texas na semana passada. A infestação é causada pela bicheira-do-novo-mundo, parasita que ataca animais de sangue quente.
Dois casos foram confirmados no Texas: um bezerro no Condado de La Salle e uma cabra no Condado de Gillespie. Um quinto caso, reportado anteriormente no Texas, foi reclassificado como o primeiro no Novo México, em um cachorro que vive em Lea, na fronteira com o Texas.
Reclassificação e origem
O veterinário que relatou o caso está no Texas, mas o cão reside no Novo México. A mudança de status ocorreu na segunda-feira, segundo o APHIS, serviço do USDA.
Medidas e contexto
A secretária de Agricultura, Brooke Rollins, informou que serão anunciados os beneficiários de um fundo de US$ 100 milhões para tecnologias de combate à praga. O anúncio foi feito em Kerrville, Texas, ao lado do governador Greg Abbott.
Impacto e preparação
A mosca não se transmite entre animais, mas as fêmeas depositam ovos em feridas. Larvas podem danificar órgãos e causar infecções graves, com risco de morte. Casos humanos são raros, mas possíveis.
Perguntas sobre a resposta pública
Veterinários e produtores locais questionam a rapidez e a abrangência da resposta do USDA. A agência afirma ter ampliado protocolos de monitoramento, testes e quarentena diante da expansão regional.
Observação de autoridades
A secretaria alertou donos de animais para ficar atentos a feridas, sinais de desconforto e presença de larvas. Tratamento emergencial já está sendo preparado com envio de medicamentos para o Texas.
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