Uma mãe de Seaham, Inglaterra, recebeu diagnóstico de câncer terminal na língua depois que médicos a tranquilizaram com a ideia de que o caroço era efeito da gravidez. O caso envolve Holly Stubbs, grávida de 31 semanas, em fevereiro de 2025.
O caroço apareceu durante a gravidez de Holly, que então tinha 28 anos. Inicialmente, um dentista informou tratar-se de granuloma gravídico, um crescimento benigno que costuma desaparecer após o parto.
Em abril, o nódulo cresceu e causou dores ao comer, levando a uma remoção e a uma biópsia. O hospital informou, de forma emergencial, que havia câncer de língua em estágio 1 e recomendou parto rápido para iniciar tratamento.
Diagnóstico incorreto e desdobramentos
Pouco depois, a confirmação chegou: o câncer já havia se espalhado para linfonodos, tornando necessário tratamento adicional. A grávida deu à luz com segurança em junho, mas os exames mostraram disseminação da doença em julho.
Em agosto de 2025, Holly iniciou radioterapia de seis semanas, com fortes efeitos colaterais, incluindo pneumonia que a levou a passar o Natal no hospital. Os médicos indicaram estabilidade temporária, sem sinais de remissão.
Radiação, novas descobertas e estado atual
No começo de 2026, dores na mandíbula levaram a novos exames. O resultado mostrou a presença de um segundo tumor, indicando piora do quadro. A linguagem médica aponta para uma progressão da doença.
Em abril, exames adicionais apontaram confirmação de novo tumor. Em 8 de maio, Holly informou que o câncer evoluiu para estágio terminal com metástase pulmonar, estimando meses de vida.
Os médicos avaliam tratamento com imunoterapia, mas ressaltam que os cuidados são paliativos neste momento. Holly destaca a importância de buscar respostas quando algo não parece certo.
Aos seguidores, ela pediu atenção à saúde e defesa de direitos do próprio corpo, valorizando a busca por diagnóstico rápido e adequado, principalmente em gestantes.
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