Num episódio do podcast Pivot, Scott Galloway criticou o IPO da SpaceX de forma contundente, viralizando em redes. A cena destacou o embate entre avaliação de mercado e avanços tecnológicos.
Enquanto isso, a SpaceX pousou mais um booster, parte de uma rotina que parecia ficção científica, e a Starlink alcançou rede de 9.600 satélites para banda larga mundial.
Saiba ainda que a empresa trabalha em Starship, com o super pesado, e projeta reduzir custos por kg em órbita e mirar aplicações disruptivas no espaço.
Impacto tecnológico e custos
O custo por kg em órbita caiu com o Falcon 9 e deve cair ainda mais com o Starship, segundo projeções internas. A redução pode abrir possibilidades antes impossíveis.
Satélites de nova geração devem viabilizar Direct to Cell, conectando celulares em locais remotos e sob redes geridas pela Starlink. Operadoras podem pagar pela infraestrutura.
Rumos de IA e dependência de liderança
A SpaceX planeja satélites dedicados à IA, com órbitas próximas ao alinhamento solar para dissipação de calor. Projetos buscam reinventar data centers na prática espacial.
A empresa já é fornecedora relevante do Pentágono e atua como base para internet global, segundo a divulgação pública. O papel de Elon Musk é citado como central para a visão da companhia.
Contexto histórico e observações finais
Analistas comparam o momento a grandes jornadas históricas que alteraram rotas comerciais, ressaltando o impacto de investir na fronteira do conhecimento. O debate sobre o valuation da SpaceX permanece ativo.
Guilherme Pacheco, empreendedor e investidor, participa como autor de background do conteúdo apresentado.
Fonte: informações do portal e entrevistas citadas no material.
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