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Waymo World Cup abre competição de veículos autônomos

Waymo oferece viagens sem motorista em seis estádios da Copa do Mundo, destacando desafios de tráfego, obras e condições climáticas durante o evento

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A World Cup de 2026 terá serviços de Waymo, os carros autônomos, disponíveis em seis dos 16 estádios da América do Norte. Os pontos incluem Atlanta, Houston, Los Angeles, Miami e a região da Baía de San Francisco. O objetivo é oferecer viagens sem motorista durante o evento.

A Waymo informou que atende cerca de meio milhão de viagens pagas por semana, número modesto frente a grandes plataformas de transporte, mas relevante por não usar motoristas humanos. A empresa planeja ampliar o serviço para 20 mercados neste ano, com planos de expansão internacional em Londres e Tóquio.

Além disso, o aplicativo da Waymo está disponível em 13 países, em 15 idiomas, o que facilita o uso por viajantes de diferentes regiões. O período da Copa pode representar uma oportunidade de uso para quem nunca experimentou robotáxis em países com esse tipo de serviço.

Desafios operacionais

Entretanto, a Waymo enfrenta contratempos. Em meio à preparação para o evento, alguns mercados foram obrigados a suspender o serviço após problemas com vias inundadas, já que as condições climáticas impactaram operações. Também houve suspensão de viagens em rodovias desde o ano anterior, em razão de questões associadas a zonas de construção.

A empresa informou que trabalha com autoridades locais para se adaptar ao cenário da Copa e áreas próximas aos estádios. A assessora de imprensa Sandy Karp confirmou o acompanhamento das autoridades para manter a operação segura durante o torneio.

Contexto de mobilidade

Especialistas destacam que, mesmo com a promessa de maior mobilidade, o fluxo de pessoas em grandes eventos tende a exigir ajustes. A oferta de pickups e drop-offs em áreas específicas já é comum em aeroportos e estádios, com zonas de estacionamento dedicadas para serviços de ride-hail.

Especialista em planejamento urbano aponta que não existe um modelo de organização que elimine congestionamentos; a demanda normalmente supera a oferta de vias disponíveis. A situação impacta tanto veículos com motoristas quanto os autônomos.

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