A vitamina D funciona como um hormônio. A maior parte dessa vitamina é produzida pela pele após exposição aos raios UV, não advinda principalmente da alimentação. O tema ganha destaque na relação entre sol, alimentação e suplementos.
A ideia é esclarecer o que realmente contribui para os níveis no organismo. A alimentação ajuda, mas representa apenas cerca de 20% da vitamina D circulante, segundo especialistas. O sol continua sendo fonte relevante para muitos.
A exposição solar deve ocorrer com cuidado. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda proteção entre 10h e 15h, para reduzir a radiação UVB. O tempo de exposição varia conforme pele, idade, local e estação.
Fontes e absorção
A vitamina D facilita a absorção de cálcio, fortalecendo ossos e músculos e apoiando o sistema imunológico. Deficiências podem causar fraqueza, dor óssea, quedas e alterações musculares.
A indústria de suplementos não substitui a boa alimentação. Pessoas com deficiência comprovada ou condições que dificultem a absorção devem acompanhar a dosagem médica. Autotratamento envolve riscos de intoxicação.
Exames de sangue medem a 25-hidroxivitamina D. Níveis próximos ou abaixo de 20 ng/ml costumam indicar deficiência. A avaliação clínica orienta se há necessidade de reposição.
Suplementação e orientações
A dose varia: geralmente 400 a 600 UI para menores, 1.000 a 2.000 UI para adultos, conforme orientação médica. Doses elevadas podem aumentar cálcio no sangue e provocar cálculos renais.
Quem usa suplementos deve considerar possíveis fontes adicionais, como polivitamínicos ou proteínas, que também podem conter vitamina D. A soma diária pode exceder o necessário.
Não é comum que todos precisem de suplementação. A indicação depende de deficiência verificável ou de condições que afetam a vitamina D.
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