A renovação do Palais Garnier, em Paris, sofre atraso após a descoberta de chumbo durante os trabalhos. A obra, iniciada para reabrir o espaço histórico, foi impactada e o cronograma de fechamento de espaços se tornou inviável. A direção aponta que o problema do metal elevou custos e complexidade.
A obra originalmente prevista para dois anos agora pode se estender por cinco. A avaliação de métodos para remover o chumbo deve ocorrer neste verão, com definição do prazo de fechamento da casa de ópera ainda para o outono.
Segundo a imprensa, o orçamento inicial estimado em 670 milhões de euros está sob revisão. A gestão avalia diferentes cenários para minimizar impactos na programação e na operação da instituição. A direção busca manter parte das atividades em funcionamento.
O diretor artístico Alexander Neef indicou, em entrevista anterior, que a pausa não era concebida como fechamento total, e que Bastille poderia permanecer aberto enquanto Garnier passa pela restauração. A ideia é reduzir perdas de receita.
Caso Garnier permaneça fechado de 2027 a 2032, a Bastille seria reformada a partir da temporada 2033–34. No entanto, os planos e o orçamento continuam sob avaliação, conforme apurado pela imprensa francesa.
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