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Sucuri gigante é avistada no Buraco das Araras, em Jardim (MS)

Mistério cerca a sucuri gigante do Buraco das Araras, que vive isolada há anos. Área é RPPN desde 2007, restringindo o acesso.

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A sucuri gigante, conhecida como “sucuri do buraco”, vive no Buraco das Araras, em Jardim (MS), há pelo menos 8 anos. A origem da serpente é um mistério; alguns guias acreditam que ela foi levada para a dolina por uma enxurrada. A cobra, que mede quase 7 metros, foi avistada pela primeira vez em 2017. A idade exata dela é desconhecida, pois o acesso ao local é proibido e a cobra não consegue sair devido às paredes altas da cratera. A doutora em Ecologia, Juliana de Souza Terra, comentou que viver isolada não é incomum para a espécie e acredita que a serpente seja uma fêmea. O Buraco das Araras, que abriga também 120 araras-vermelhas e mais de 150 espécies de animais, foi reconhecido como uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) em 2007, o que restringe o acesso ao local, permitindo apenas pesquisas científicas com supervisão.

A sucuri gigante, conhecida como “sucuri do buraco,” habita o Buraco das Araras, em Jardim (MS), há pelo menos oito anos. A origem da serpente na dolina é um mistério. Alguns guias acreditam que ela foi arrastada por uma enxurrada e ficou presa na cratera, que possui 100 metros de profundidade e 500 metros de circunferência. A primeira aparição da cobra, que mede quase sete metros, foi registrada em 2017 por um turista.

A doutora em Ecologia, Juliana de Souza Terra, comentou sobre a singularidade da sucuri viver isolada. Segundo ela, essa situação não é incomum para a espécie. A pesquisadora acredita que a serpente seja uma fêmea. O Buraco das Araras, uma formação geológica com mais de 10 milhões de anos, abriga também 120 araras-vermelhas e mais de 150 espécies de animais silvestres.

Em 2007, a área foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), o que restringiu o acesso ao local. Desde então, a entrada é proibida, exceto para pesquisas científicas acompanhadas por órgãos fiscalizadores. Essa proteção é essencial para a preservação da rica biodiversidade presente na dolina. A sucuri, avistada raramente, se tornou um símbolo da região, atraindo a curiosidade de turistas e especialistas.

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