- Júlia Azevedo voltou a ser relacionada pelo Tijuca na derrota para o Sesc RJ Flamengo nesta sexta-feira (30), permanecendo no banco.
- A atleta ficou no corpo técnico e incentivou as companheiras, sem entrar em quadra.
- Ela afirmou estar 100% liberada, treinando normalmente e à disposição para jogar a qualquer hora.
- Júlia foi baleada em 23 de novembro de 2025, em uma tentativa de assalto nas proximidades do clube, recebendo atendimento e tendo alta clínica rápida.
- O pai da jogadora, Marcos Azevedo, é vice-presidente de esportes olímpicos do Tijuca; o crime ocorreu quando eles estavam no carro.
Júlia Azevedo, oposta do Tijuca, voltou a ser relacionada após o susto de ter sido baleada há dois meses. Ela ficou no banco na derrota da equipe para o Sesc RJ Flamengo nesta sexta-feira (30). A situação ocorreu durante a partida da Superliga Feminina, em quadra de adversários.
Mesmo sem entrar em quadra, Júlia incentivou as companheiras e acompanhou a reação do time do banco, já buscando a terceira vitória consecutiva na competição. A presença da jogadora do lado de fora foi marcada pela emoção de acompanhar de perto o retorno ao elenco.
Ao final, a atleta ressaltou a percepção de estar de volta e de fazer parte de um grupo considerado excepcional. Além disso, afirmou estar 100% liberada para treinos e disponível para entrar em quadra quando convocada.
Caso Júlia Azevedo
A oposta foi baleada em uma tentativa de assalto na noite de 23 de novembro de 2025, perto do Tijuca, onde fica o clube. Ela estava no carro com o pai, Marcos Azevedo, quando três assaltantes armados abordaram o veículo. O tiro atingiu as costas da jogadora.
Ela recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar e teve alta rápida, sem complicações clínicas. O pai, que é vice-presidente de esportes olímpicos do Tijuca, dirigia no momento do ataque, ocorrendo na esquina da Conde de Bonfim com Henry Ford. O projétil transfixou as costas, passou a 1 mm da medula e saiu sem lesões graves.
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