A SpaceX marcou para quinta-feira (16) o 13º teste de voo da Starship, o maior e mais potente foguete já construído. A janela de lançamento será aberta às 20h45 (horário de Brasília) e terá duração de 90 minutos.
O lançamento será transmitido ao vivo pela SpaceX no X, rede social que também tem como dono Elon Musk, fundador da empresa de tecnologia aeroespacial.
A SpaceX marcou para quinta-feira (16) o 13º teste de voo da Starship, o maior e mais potente foguete já construído. A janela de lançamento será aberta às 20h45 (horário de Brasília) e terá duração de 90 minutos.
O lançamento será transmitido ao vivo pela SpaceX no X, rede social que também tem como dono Elon Musk, fundador da empresa de tecnologia aeroespacial.
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O novo teste busca repetir e ampliar os objetivos da missão anterior, realizada com as versões V3 da nave Starship e do propulsor Super Heavy. Além de testar novamente o desempenho do sistema de lançamento, a missão marcará o primeiro envio ao espaço dos satélites Starlink V3, uma nova geração de equipamentos desenvolvidos para ampliar a capacidade e a velocidade da rede de internet via satélite da empresa.
Ao todo, a Starship levará 20 satélites, que serão liberados ainda em trajetória suborbital.
Após a separação, eles deverão abrir seus painéis solares e antenas e estabelecer comunicação com a constelação Starlink por meio de enlaces a laser. Como o voo ainda é experimental, os satélites não permanecerão em órbita e devem se desintegrar durante a reentrada na atmosfera cerca de 20 minutos depois de serem liberados.
O que será testado
Durante a missão, a SpaceX pretende validar diferentes etapas do sistema de lançamento. O propulsor Super Heavy deverá realizar o lançamento da nave, a separação entre os estágios, a queima de retorno e uma tentativa de pouso controlado em uma plataforma marítima no Golfo do México.
Já a Starship terá três principais objetivos: colocar os satélites em trajetória suborbital, religar um dos motores Raptor no espaço e realizar uma nova reentrada controlada, seguida de um pouso no Oceano Índico.
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A empresa informou que fez alterações no hardware e no software após problemas registrados no 12º voo de teste. Na ocasião, falhas no religamento de cinco dos 33 motores do Super Heavy impediram que a etapa de retorno fosse concluída conforme o planejado.
Escudo térmico também será avaliado
Outro foco da missão será o desenvolvimento do escudo térmico da Starship, componente essencial para permitir que a nave seja reutilizada em futuras missões.
Seis dos satélites transportados levarão câmeras para registrar imagens da parte inferior da nave durante o voo. As fotografias serão usadas para avaliar o desempenho do escudo térmico durante a reentrada na atmosfera.
A SpaceX também instalará novas placas de proteção térmica em diferentes partes da nave e utilizará sensores para medir os esforços sofridos pelo material durante o voo. Segundo a empresa, a Starship será submetida a pressões aerodinâmicas maiores do que nos testes anteriores, em uma tentativa de aumentar sua capacidade de transportar cargas para a órbita.
O desenvolvimento da Starship é considerado estratégico para os planos da SpaceX de realizar missões à Lua e, futuramente, a Marte, além de ampliar a capacidade de lançamento da constelação Starlink.
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