Adalberto Amarilio dos Santos Junior, empresário de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco de construção no autódromo de Interlagos, em São Paulo, na terça-feira (3). O corpo estava sem calças e com um capacete na cabeça, sem sinais de violência. A polícia investiga a morte como suspeita, considerando a possibilidade de que o corpo tenha sido colocado no buraco após a morte.
A esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, de 34 anos, expressou sua dor em entrevista à TV Globo, afirmando que está vivendo um pesadelo. “Eu preciso de respostas. Como que alguém sai do evento, vai para o estacionamento e dentro do estacionamento é morto?”, questionou. Ela destacou que o marido não tinha inimigos e que a situação não faz sentido.
O corpo foi encontrado em um buraco de cerca de três metros de profundidade, e a diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, informou que a hipótese de assalto é improvável, já que objetos pessoais, como carteira e celular, não foram levados. Exames toxicológicos e perícias estão em andamento, mas até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
Adalberto desapareceu na noite de 31 de maio, após participar de um festival de motocicletas no autódromo. Ele havia conversado com a esposa por volta das 20h30 e não chegou em casa. O corpo foi encontrado quatro dias depois, e a polícia trabalha com a hipótese de que ele não caiu acidentalmente no buraco. A investigação analisa gravações de câmeras de segurança e ouviu testemunhas para esclarecer os fatos.
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