Erin Patterson foi condenada por homicídio após envenenar quatro pessoas com cogumelos tóxicos durante um almoço em sua casa, em julho de 2023. As vítimas, seus sogros Don e Gail Patterson, ambos de 70 anos, e a irmã de sua sogra, Heather Wilkinson, de 66 anos, morreram. O marido de Heather, Ian Wilkinson, sobreviveu após semanas de tratamento.
O médico que atendeu as vítimas, Dr. Chris Webster, suspeitou de Erin ao notar sua falta de preocupação e a resposta estranha sobre a origem dos cogumelos. Inicialmente, ele acreditava que se tratava de um caso de intoxicação alimentar. Após receber informações de outro hospital sobre a gravidade da situação, Dr. Webster mudou o foco do tratamento para salvar os fígados dos pacientes.
Quando Erin chegou ao hospital, Dr. Webster imediatamente a questionou sobre os cogumelos. Sua resposta, afirmando que eram de uma rede de supermercados, levantou suspeitas. O médico observou que a falta de preocupação de Erin em relação aos doentes era alarmante. Após um breve atendimento, Erin deixou o hospital contra as orientações médicas, o que levou Dr. Webster a contatar a polícia.
Durante o julgamento, Erin alegou que saiu para cuidar de seus animais e se sentiu sobrecarregada. No entanto, Dr. Webster destacou a gravidade da situação e a necessidade de trazer seus filhos para avaliação médica. Após a condenação, ele expressou alívio por ter contribuído para a justiça, referindo-se a Erin como “a definição do mal”. A recuperação de Ian Wilkinson trouxe um fechamento emocional ao médico, que ainda se recorda da angustiante cena de Heather sendo levada em uma ambulância.
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