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Ministério conclui abate de aves em granja com foco de Newcastle em SC

Local em Nova Itaberaba passa por limpeza e desinfecção; vigilância continua em área de restrição sanitária

Galinhas de penas marrons caminhando sobre a grama verde, com uma cerca ao fundo desfocada
Foco da doença foi identificado em uma criação de perus em Santa Catarina (Crédito: Thomas Iversen/Unsplash)

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que concluiu o abate sanitário das aves da granja comercial de perus em Nova Itaberaba (SC), onde foi identificado um foco da doença de Newcastle. Agora, as instalações passam por limpeza e desinfecção, segundo os protocolos sanitários.

Ao mesmo tempo, o ministério mantém a vigilância e o monitoramento das propriedades na área de restrição sanitária, além do controle do trânsito de animais e de materiais sujeitos às regras sanitárias.

As ações envolvem profissionais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), da prefeitura, da Polícia Civil e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária. Segundo o Mapa, a atuação conjunta busca impedir que a doença se espalhe.

Até o momento, cinco países restringiram as compras de produtos avícolas brasileiros depois do foco da doença de Newcastle. Entre eles, Malásia e México interromperam as importações de todo Brasil enquanto China, Chile e Arábia Saudita restringiram apenas Santa Catarina.

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Entenda o caso

O foco foi confirmado no domingo (18). No mesmo dia, o Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina interditou a granja e suspendeu a movimentação de aves.

Depois, o governo federal declarou estado de emergência zoossanitária por 60 dias em Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim. O ministério também notificou o caso à Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) e aos parceiros comerciais do Brasil.

A doença de Newcastle afeta aves domésticas e silvestres e é causada por um vírus do grupo dos paramixovírus aviários (APMV-1). Segundo o Ministério da Agricultura, a doença não representa risco à saúde humana, e o consumo de produtos avícolas com inspeção oficial continua seguro.

 

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(Com informações da Agência Brasil)

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