In a New York Times-style revelação, uma teoria sobre a Mona Lisa ganha contornos de possível fato histórico: pode ter existido uma versão nua da obra de Leonardo da Vinci, criada para Giuliano de’ Medici, segundo um crítico que apresenta evidências.
O texto sustenta que a hipótese se apoia em registros em Chantilly e na Provença, além de estudos sobre desenhos preparatórios e semelentes com a Mona Lisa do Louvre. A leitura sugere que a obra nua foi concebida durante a infância acadêmica de Leonardo.
A evidência central envolve um desenho gigante de Chantilly, datado entre 1514 e 1516, que retrataria a mesma modelo da Mona Lisa em situação nua. O documento aponta semelhanças marcantes com a pose e a composição da obra de Paris.
Segundo a pesquisa, o desenho teria sido concebido como preparo para uma pintura que Leonardo pode ter levado para Roma e depois para a França. O autor afirma que o quadro nu pode ter servido como presente ou lembrança para Giuliano de’ Medici.
Outro rastro citado envolve a pintora italiana La Fornarina, de Rafael, cuja semelhança com a Mona Lisa é descrita como sugestiva. A referência busca apoiar a possibilidade de uma tradição de retratos semi-nus na escola renascentista.
Por fim, o artigo sustenta que, se Leonardo pintou uma Mona Lisa nua, isso revelaria uma relação entre o artista e seu patrono, além de mostrar o alcance da fama da obra desde a sua origem. O autor identifica várias peças que, segundo ele, convergem para a hipótese.
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