Arc Raiders vem intensificando a punição a trapaceiros, após um início de Ano marcado por queixas de jogadores de alto perfil. A desenvolvedora Embark já removeu o acesso ao console na versão para PC e começou a aplicar bans mais severos a quem pratica stream sniping.
No começo de janeiro, a comunidade apontou falhas que davam visão privilegiada aos invasores, incluindo o uso indevido do console Unreal Engine. Em 13 de janeiro, a Equipe lançou um patch que nerfou elementos problemáticos no PvP e impediu cheats de falsificação de cartões.
Desde então, relatos em redes sociais indicam que o desfecho tem sido mais rígido. Usuários compartilharam mensagens de banimento com suspensão permanente, sinalizando uma mudança para além das suspensões de 30 dias anteriores.
Medidas implementadas pela Embark
A desenvolvedora removeu o console do build de PC e explicou que a funcionalidade não deveria ter existido. O patch de janeiro corrigiu mecânicas que facilitavam vantagens injustas no confronto entre jogadores.
Segundo relatos, banimentos mais extremos passaram a ocorrer para quem ataca o ecossistema de streaming, prática conhecida como stream sniping. A ação visa coibir invasões de lobby para obter vantagem em tempo real.
Casos notáveis e desdobramentos
Um dos casos citados envolve o streamer Tfue, que teve uma suspensão de 30 dias recentemente. Ele afirma não ter utilizado o console, apesar de ter tido sua conta temporariamente suspensa e depois reativada, sugerindo possível erro.
A situação acompanha uma tendência de endurecimento de punições, ainda em evolução. O objetivo declarado é proteger a experiência PvP e reduzir incidentes que afetem a competição entre jogadores de diferentes níveis.
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