Jaqueline Santos Ludovico teve a prisão preventiva decretada pela Justiça de São Paulo após descumprir medidas cautelares ligadas a um processo criminal. A decisão envolve um atropelamento registrado em junho de 2024 na região oeste da capital paulista, pelo qual ela permanece acusada de desrespeitar a ordem judicial ao deixar o país sem autorização.
Além do caso do atropelamento, a Justiça aponta que Jaqueline é condenada por homofobia envolvendo um casal em uma padaria na região central de São Paulo e responde por processo de estelionato em Santa Catarina. A prisão, porém, está diretamente ligada ao atropelamento de 2024 e aos descumprimentos de medidas cautelares durante o regime de prisão domiciliar.
Contexto e próximos passos
A juíza Giovanna Christina Colares, da Vara Regional das Garantias, embasou a decisão na certidão da Polícia Federal que comprova a fuga, com saída do Brasil em 9 de outubro de 2025 e não retorno até 5 de janeiro, data da expedição do documento. O mandado define cinco dias para a PF informar sobre a investigação e o paradeiro da fugitiva. Como Jaqueline está fora do país, a PF poderá ser acionada para auxiliar nas buscas.
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