O acidente envolve a morte do cão Orelha, conhecido pela comunidade da Praia Brava, em Florianópolis. A Polícia Civil de Santa Catarina, com apoio do Ministério Público, investiga as agressões que levaram ao óbito por maus-tratos. Na manhã de segunda-feira, 26, a operação policial cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados.
A investigação indica que adolescentes são alvo inicial das apurações. Também há aponta de que um pai e um policial civil teriam coagido uma testemunha ao longo do processo. O objeto localizado pela polícia, supostamente arma de fogo, não foi encontrado durante as diligências.
Além do caso de Orelha, a polícia investiga um segundo episódio envolvendo um cão caramelo, que teria sido levado ao mar no colo por um adolescente, mas conseguiu sair. Dois adolescentes são alvo de busca e outros dois estariam em viagem aos Estados Unidos, conforme informações da autoridade.
Investigações em andamento
O relatório inicial deverá ser encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei, em razão da idade dos envolvidos. As diligências visam esclarecer a participação de eventuais adultos no suposto esquema de coação.
Reação e contexto local
Moradores, ONGs e associações destacam o papel de Orelha como símbolo de convivência na região. A comunidade solicita esclarecimentos e justiça para o caso, que gerou grande comoção nas redes sociais. O governador do estado anunciou atuação rápida da polícia na apuração.
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