O laudo da Polícia Técnica Científica de Goiás aponta que a corretora Daiane Alves dos Santos morreu por um tiro na cabeça. O documento confirma traumatismo cranioencefálico causado pela arma e foi divulgado após o corpo ser encontrado. Ela estava desaparecida há 40 dias.
O atestado foi liberado na terça-feira, 3 de janeiro, e divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo. O corpo de Daiane foi localizado em uma área de mata, a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, no interior de Goiás.
O síndico do prédio onde Daiane morava, Cleber Rosa de Oliveira, está preso como principal suspeito. O filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi detido por obstruir as investigações. Ambos permanecem detidos temporariamente.
Desdobramentos
Segundo o Ministério Público, houve histórico de desavenças entre Daiane e o síndico desde novembro de 2024, ligado ao aluguel do apartamento da família para turistas. A denúncia envolve perseguição com agravante de abuso de função.
Na data do desaparecimento, 17 de dezembro, Daiane enviou um vídeo a uma amiga dizendo que a energia tinha sido desligada. Familiares afirmam que quedas de energia eram propositalmente provocadas. Ela foi vista pela última vez no elevador, no caminho ao subsolo.
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