Juliana Santiago, 41, era professora de Direito Penal no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) e escrivã da Polícia Civil. Ela foi morta a facadas por um aluno dentro da Faculdade Metropolitana, em Porto Velho (RO), na sexta-feira passada, 6 de setembro. A investigação é conduzida pela Polícia Civil.
O agressor foi identificado como João Júnior, também estudante do curso de Direito. As informações são apuradas pela Polícia Civil, que trabalha para esclarecer motivação e autoria do crime. O caso ocorreu no interior da instituição de ensino.
Juliana foi homenageada nas redes sociais por uma aluna, que destacou a dedicação e o carinho da professora. A aluna mencionou que Juliana inspirava e tinha amor genuíno pelo que fazia, lembrando a relação de ensino.
Manifestações
O deputado Edevaldo Neves repudiou a violência em ambientes educacionais e pediu investigação rigorosa. O Ministério Público de Rondônia garantiu atuação na apuração do crime e externou pesar pela servidora pública.
O Centro Universitário Aparício Carvalho afirmou estar prestando assistência à família e à comunidade acadêmica, além de colaborar com as autoridades. A instituição divulgou o luto acadêmico de três dias.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil expressou profundo pesar pela morte, destacando a consternação da advocacia brasileira e prestando condolências aos familiares e à comunidade acadêmica. A OAB de Rondônia também lamentou o ocorrido.
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