Um adolescente que confessou ter morto o garoto Leo Ross, de 12 anos, será enviado à sentença hoje no Birmingham Crown Court. O caso envolve um ataque com faca ocorrido em área de parkland, no ano passado, em Birmingham, na Inglaterra.
O réu, de 15 anos à época, não pode ser identificado por razões legais. Ele se declarou culpado em 29 de janeiro de 2026 pela morte de Leo, atingido no abdômen durante um ataque aleatório. O crime ocorreu em 21 de janeiro de 2025, quando Leo voltava para casa da Christ Church, School de Yardley Wood.
O jovem ofensivo, que tinha 14 anos na época do ataque, também admitiu duas tentativas de causar danos corporais graves com intenção e agressão que resultou em danos corporais reais em relação a vítimas anteriores. Além disso, havia uma faca em sua posse no dia do homicídio. Charge de agressão por dano corporal em outras datas ficou registradas para arquivo.
A polícia apurou que a faca usada no crime foi jogada em um rio próximo. O agressor, que pilotava uma bicicleta, já havia atacado várias mulheres em áreas de parque locais. A investigação também constatou que o killer esperou no local para conversar com os investigadores, fingindo ter encontrado Leo já ferido próximo ao Rio Cole.
Segundo a autoridade policial de West Midlands, Leo não tinha relação com o agressor, e a morte foi considerada um ato aleatório e não provocada. O juiz responsável marcará a leitura da sentença ainda hoje.
Repercussões familiares e contexto
A família de Leo, que está sob proteção legal de foster care, divulgou um comunicado destacando que Leo era uma criança doce e de bom coração, que sempre colocava os outros em primeiro lugar e que sua perda é improvável de ser substituída. O texto também expressou o desejo de que a justiça seja realizada e de que haja algum fechamento para a família.
A mãe biológica de Leo também descreveu o menino como gentil e sem qualquer traço de maldade, afirmando que a vida dele foi tirada sem motivo e que a família não voltará a ser a mesma após o ocorrido.
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