O Carnaval de rua do Rio de Janeiro deve reunir cerca de 6 milhões de foliões neste ano, distribuídos em 458 blocos, segundo a Riotur. A programação mantém a descentralização para refletir a diversidade cultural da cidade.
Serão 35 blocos novos, ampliando a participação de artistas e estilos como funk, samba, marchinhas, frevo, afoxé e MP. O desfile central ocorre pela cidade, especialmente no Centro e áreas próprias aos grandes nomes.
A prefeitura mobiliza 1,1 mil agentes de segurança, com guardas municipais e servidores da Secretaria Municipal de Ordem Pública. Ao todo, 70 viaturas vão acompanhar o trajeto e a circulação de público.
Quase 4 mil câmeras serão instaladas ao longo do percurso, com monitoramento por drones. A expectativa é movimentar a economia local, com receita estimada acima de 5,7 bilhões de reais.
As autoridades recomendam hidratação, proteção solar e moderação no consumo de álcool, diante de temperaturas entre 30 e 35 graus. Medidas de saúde incluem distribuição de preservativos e ações de IST/VIH.
A Dream Factory coordena a logística do carnaval, treinando 15 mil ambulantes. A Companhia Estadual de Águas e Esgotos instalou pontos de água, incluindo um bebedouro fixo no Largo do Paço Imperial.
No conjunto de ações de saúde, há atendimento com PEP e profilaxias, além de distribuição de preservativos. Unidades de urgência manterão PEP 24 horas, com testes de HIV, sífilis e hepato B/C.
O aplicativo Blocos de Rua do Rio reúne horários, trajetos e informações úteis, como hospitais e delegacias. O app será alimentado com conteúdo editorial da Riotur.
O carnaval também envolve infraestrutura pública, com banheiros químicos em 34 mil unidades e uma rede de distribuição de água para atender o grande fluxo de foliões.
Entre na conversa da comunidade