Ontem, o governo detalhou planos para reformar o apoio a necessidades educacionais especiais e deficiências (Send) nas escolas da Inglaterra. O pacote inclui um investimento de 4 bilhões de libras em três anos, como parte de uma mudança mais ampla para conter custos crescentes no welfare.
Bridget Phillipson, secretária de Educação, lidera as reformas do Send e tem sustentado o alinhamento dos deputados do Labour. A expectativa é de que a maior parte da melhoria chegue aos estudantes mais carentes, já que a oposição tem monitorado de perto os impactos.
A instituição de estudos Institue for Fiscal Studies destacou que o aumento de financiamento representa uma mudança relevante, embora ainda haja dúvidas sobre a amplitude dos recursos. Lembram-se que o montante pode não cobrir todas as necessidades de longo prazo.
A Associação Nacional dos Professores (NASUWT) criticou o patamar de 1,6 bilhão de libras em três anos, argumentando que o valor pode não compensar os encargos de trabalho e as mudanças administrativas exigidas nas escolas.
A agenda oficial para o dia contempla o discurso de Phillipson em Peterborough sobre as reformas Send e a publicação prevista da white paper sobre escolas às 11h. O primeiro-ministro de uma coalizão de oposição também participa de uma mesa-redonda.
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