Durante a segunda semana de março de 2026, o Brasil deve enfrentar chuva frequente e volumosa em grande parte do território. Sistemas meteorológicos e ar quente e úmido acompanham a atuação de áreas de baixa pressão, elevando o risco de temporais e alagamentos. A condição se mantém em todas as regiões, com variações locais.
A combinação de ventos em níveis elevados, alta pressão polar e circulação ciclônica favorece pancadas fortes de chuva. O litoral e áreas urbanas aparecem como pontos de maior vulnerabilidade, com possibilidade de ressaca no mar e transbordamentos de rios em alguns estados.
Entre 9 e 13 de março, as autoridades monitoram os impactos esperados, com especial atenção a áreas já atingidas por precipitações recentes. A previsão aponta maior risco de alagamentos, deslizamentos e transtornos no transporte em várias regiões.
Região Sul
Baixa pressão sobre o Paraguai e alta polar atuam sobre o Atlântico, impulsionando ar frio com ar quente úmido no interior. Ventos frios de origem polar ingressam na região, acompanhados de nuvens carregadas.
As condições devem provocar fortes pancadas de chuva nos três estados. Em áreas litorâneas, o tempo permanece nublado, com chuva frequente e temperatura amena. O mar fica agitado, com risco de ressaca e alagamentos no litoral e em centros urbanos.
Região Sudeste
Frente fria de força acima do normal para a época avança pelo estado, associada a alta polar no oceano. Isso gera infiltração de ar frio e chuva persistente, principalmente na costa.
Nuvens carregadas devem favorecer chuva forte por várias horas consecutivas, com áreas de instabilidade ao longo do litoral. Leste de São Paulo, Rio de Janeiro e zonas de Minas têm alerta para alagamentos, transbordamentos e enchentes em áreas já alagadas pela semana anterior.
Região Centro-Oeste
Ar quente úmido predomina sobre a região, com baixa pressão entre Paraguai e Bolívia. Ventos em altitude mantêm circulação ciclônica, aumentando o potencial de chuva.
A região pode ter pancadas fortes e temporais pela semana, com áreas de Mato Grosso do Sul sob maior risco. Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e áreas do Mato Grosso enfrentam grandes volumes de chuva, exigindo monitoramento de alagamentos.
Região Nordeste
ZCIT predomina no norte da região, com ar quente úmido influenciando o interior. Alta pressão atua no leste e sobre a Bahia, reduzindo a chuva em alguns locais.
Chuva moderada a forte ocorre principalmente no Maranhão, Piauí e Ceará, com temporais possíveis. Demais estados devem ter pancadas isoladas, sem grandes acumulados, conforme a região se distribui.
Região Norte
Ar quente e úmido domina a região, com ZCIT atuando em parte do território. A combinação favorece chuva frequente e volumosa em todas as áreas da região.
Pancadas moderadas a fortes e temporais devem ocorrer, sobretudo no Amapá e no norte do Pará. A navegação fluvial pode ser afetada por chuvas intensas em momentos específicos.
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