Patricia Palavecino, 33 anos, chegou a Florianópolis vindo do Chile com fortes dores abdominais. Sem saber que estava grávida, pediu atendimento aos funcionários do aeroporto. O parto ocorreu no ambulatório, quando já era tarde demais para ir ao hospital.
Os profissionais de saúde protegeram a mãe e o recém-nascido; o bebê nasceu prematuro, em 18 de novembro de 2024, com cerca de 1 kg. O parto foi rápido e doloroso, seguido de estabilização no local e remoção pelo SAMU para um hospital.
Patricia relatou que não havia sinais típicos de gestação e que apenas sentia cólicas intensas. A criança precisou de cirurgias para tratar perfurações intestinais e de tratamento para infecções bacterianas.
Desdobramentos do caso
Pablito ficou internado por nove meses, com cinco cirurgias realizadas e meses de cuidados domiciliares. Em novembro de 2025 recebeu alta e voltou ao Chile, para ficar próximo da família em Viña del Mar, onde hoje vive.
Apesar da distância, mãe e filho mantêm o desejo de retornar a Florianópolis no futuro para visitas e para acompanhar o crescimento do bebê.
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