A Igreja Metodista suspendeu uma pastora após a ela revelar ter trabalhado para Jeffrey Epstein, conhecido financista condenado por tráfico sexual de menores. A suspensão ocorre durante uma investigação interna sobre a relação entre a pastora e Epstein e o cumprimento das regras da igreja.
Segundo informações de fontes internas, a pastora não teve o nome divulgado. Ela afirmou ter prestado serviço em uma etapa anterior à sua entrada na igreja, como trabalho voluntário. A instituição diz que a medida é temporária, enquanto apura os fatos e avalia o procedimento adequado.
A igreja informou que qualquer ligação com Epstein é considerada grave e incompatível com seus valores. A investigação busca esclarecer se houve influência ou participação da pastora após ingressar na instituição. A organização reforça o compromisso com transparência e ética.
Investigações internas da igreja
A instituição disse que cooperará com as autoridades e que fortalecerá seus procedimentos internos para evitar envolvimento com atividades ilícitas. A apuração visa confirmar fatos, consequências e responsabilidades, sem prejulgamentos.
A suspensão gerou relatos de reação entre fiéis e nas redes sociais. A igreja não divulgou cronograma da conclusão do inquérito, mas afirma manter o processo em sigilo até que haja esclarecimentos suficientes. O desfecho depende dos resultados da apuração interna.
Repercussões e contexto
Epstein foi condenado por tráfico sexual de menores e morreu na prisão em 2019, em circunstâncias que provocam controvérsia. A ligação entre Epstein e outras figuras públicas tem sido alvo de investigações e críticas. A igreja ressalta que não tolera qualquer ligação com atividades ilícitas.
A instituição afirma que continuará a colaborar com autoridades e que reforçará seus procedimentos para evitar situações semelhantes. A repercussão entre congregações e comunidades locais segue acompanhada de expectativa sobre o desfecho do caso.
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