A Justiça tornou réu Alison de Araújo Mesquita, acusado de matar a companheira Henay Rosa Gonçalves Amorim e simular um acidente de trânsito para encobrir o crime. A decisão foi anunciada pelo 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte nesta sexta-feira, 27 de março.
A denúncia do Ministério Público foi aceita, com indícios suficientes para a abertura da ação penal. Alison será citado para apresentar defesa no prazo de dez dias. O processo deixa de tramitar sob sigilo.
A investigação aponta que Henay foi morta dentro do apartamento do casal, no bairro Nova Suíça, região Oeste de Belo Horizonte. A morte inicialmente foi registrada como acidente na MG-050, em Itaúna.
Perícia aponta asfixia combinada com traumatismo craniano como causa da morte. Segundo as autoridades, o suspeito deslocou o corpo para o veículo e provocou o acidente para despistar a polícia. Alison foi preso no dia seguinte, durante o velório, em Divinópolis.
O inquérito envolveu imagens de câmeras de segurança, perícias e análise do comportamento do suspeito antes e depois do crime. O caso continua tramitando e será julgado pelo Tribunal do Júri.
Situação atual e próximos passos
- A defesa já havia pedido a revogação da prisão, sem sucesso.
- A decisão mantém a prisão preventiva, alinhada aos elementos que justificam a medida.
- O processo seguirá para citação de Alison e andamento do julgamento.
Entre na conversa da comunidade