Bruno Fernandes, ex-goleiro conhecido como foragido, abriu uma nova frente judicial contra a Meta para discutir o funcionamento do seu perfil profissional no Instagram. O processo foi iniciado em 30 de março, enquanto o atleta permanece foragido. O caso tramita na Justiça do Rio de Janeiro, com atuação no 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes. A ação envolve alegações sobre falhas no acesso à conta.
Segundo a denúncia, a conta continua ativa, mas não aparece para usuários, indicando possível desativação ou exclusão. O autor alega que o problema reduz alcance, engajamento e credibilidade da página. O pedido inicial buscava decisão urgente para restabelecer o funcionamento, mas não teve sucesso.
Indenização por danos morais
Além da regularização da conta, o ex-jogador pediu indenização de R$ 30 mil por danos morais. O caso ganhou andamento com audiência de conciliação marcada para maio, conforme apuração da imprensa local.
Audiência presencial obrigatória
Antes da audiência, Bruno Fernandes tentou a participação remota no dia 8 de abril. A Justiça, porém, informou no dia 13 que as audiências seguem preferencialmente no formato presencial, sem justificativa para o atendimento remoto.
Foragido e situação penal
Enquanto isso, o status penal do ex-atleta permanece indefinido. A Vara de Execuções Penais expediu mandado de prisão no dia 5 de março, por descumprimento de condições da liberdade condicional, e o paradeiro do atleta não é conhecido.
Bruno Fernandes cumpre pena de nove anos de prisão pela morte de Eliza Samúdio, crime que resultou na sua prisão em 2010.
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