O caso que envolve a morte de Jam Master Jay, DJ do Run-DMC, ganhou um novo capítulo: um dos três homens acusados planeja se declarar culpado. A informação consta em registros judiciais, indicando possível mudança de plea por parte de Jay Bryant, que havia se declarado não culpado inicialmente.
Bryant foi indiciado em 2023 por homicídio, após uma investigação que ligava seu DNA a um boné encontrado no estúdio onde Mizell foi morto em 2002. Os promotores disseram que analisam um acordo de confissão, sem detalhar a acusação à qual poderia admitir ou a pena prevista. A defesa não comentou o teor do acordo.
Os demais réus do caso, Karl Jordan Jr. e Ronald Washington, já foram condenados por júri, mas houve reviravolta: a condenação de Jordan foi anulada por motivações não relacionadas ao caso atual. Bryant permanece detido em decorrência de outros casos federais de drogas e armas, cuja sentença ainda não ocorreu.
O processo envolve uma rede de relações próximas a Mizell: Jordan era neto do DJ e Washington, amigo de infância. A dinâmica entre os acusados, conforme relatos judiciais, sustenta a hipótese de que a violência teve motivações ligadas a um suposto suposto negócio de drogas. A defesa de Jordan sustenta dúvidas razoáveis sobre as acusações contra Bryant, mas o desfecho permanece sujeito a novas informações apresentadas em juízo.
Em síntese, a possível declaração de culpa de Bryant pode trazer desfechos adicionais à investigação, já marcada por interpretações divergentes sobre a participação de cada envolvido. O andamento do acordo depende do andamento do processo e de futuras comunicações entre as partes e o tribunal.
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