Trinta crimes envolvendo caixas eletrônicos ocorrem todos os dias, segundo especialistas, com golpes que usam leitores falsos na entrada da máquina. O esquema busca clonar tarja e senha sem deixar rastros físicos visíveis.
Chamado de chupa-cabra, o método envolve uma frente falsa que parece idêntica ao compartimento do cartão. Dentro, um leitor magnético clandestino registra os dados do cartão e, no teto, câmeras capturam a digitação da senha.
Entre os sinais de fraude observados em ocorrências, destacam-se teclado desproporcional, câmeras ocultas, resíduos de adesivos nas bordas da entrada e resistência incomum ao inserir o cartão. Afirmações de instabilidade física da máquina costumam surgir em relatos de incidentes.
Se o cartão ficar preso ao terminal, o uso de fita isolante para bloquear a retirada é comum em golpes. A recomendação é não forçar a entrada, buscar ajuda no banco e acionar o bloqueio preventivo ainda dentro da agência, com suporte imediato do atendimento.
A engenharia social atua quando a vítima entra em pânico após a retenção do cartão. Golpistas costumam observar a cena e se aproximar disfarçados de profissionais ou funcionários, aumentando o risco de maior dano financeiro.
Fontes consultadas destacam a importância de verificar sinais físicos no terminal e de informar rapidamente às áreas de segurança dos bancos. Medidas preventivas incluem atenção a alterações no equipamento, atualização de senhas e uso de canais oficiais para suporte.
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